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Governo Federal deve estender auxílio emergencial até setembro

Auxílio Emergencial - Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O auxílio emergencial pode ser prorrogado por mais dois meses, ou seja, até setembro deste ano, segundo o Governo Federal. A medida servirá para contemplar os mais vulneráveis enquanto não há vacina.

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O pagamento seguiria nos mesmo moldes e valores pagos atualmente, de R$ 150 a R$ 375, e a equipe econômica e o ministério da Cidadania já teriam ‘batido o martelo’ quanto a essa medida. Além disso, o governo estuda um novo programa social que passaria a valer a partir de outubro, mais dois programas focados em jovens e em beneficiários do BPC (Benefício de Prestação Continuada).

Segundo o Ministro da Economia, Paulo Guedes, o auxílio emergencial pode continuar até que todos os brasileiros estejam vacinados contra a Covid-19.

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“Inicialmente, socorremos as grandes empresas e imaginamos que isso irrigaria a cadeia produtiva, mas isso não aconteceu. Foi, então, que direcionamos esforços para os auxílios emergenciais e para o crédito. Inclusive, vamos estender os auxílios emergenciais pelo menos até setembro, previsão de quando a população brasileira adulta estará completamente vacinada”, disse o ministro.

Segundo a equipe econômica, os três meses adicionais do auxílio devem ter custo total de R$ 18 bilhões, mas para efetivar a proposta, o governo deve editar uma Medida Provisória para estender o benefício.

Além disso, o novo programa social que será criado pelo Governo deverá substituir o Bolsa Família, ou anunciar um programa mais turbinado. Isso porque, o benefício médio subiria dos atuais R$ 190,00, em média, para R$ 250,00 (valor médio igual ao do auxílio emergencial) e começaria a ser pago no último trimestre de 2021.

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